terça-feira, 20 de agosto de 2013

CAPÍTULO 03





- Vai à merda! E vê se para de chiar!

Foram as palavras exatas dela, antes de sumir no meio da multidão, me deixando ali plantada. Coisa que diga-se de passagem, nunca tinha me acontecido.

Que mulher era aquela? Verdadeiro furacão. Grossa, insuportável, metida à besta, mas indiscutivelmente... Um tesão. Tinha me deixado literalmente... Na mão.

Olhei em volta. Com raiva pelo incidente só ter conseguido fazer com que o resto das pessoas naquela boate se tornasse ainda menos interessantes... Puta que o pariu!

Resolvi voltar para o hotel e esquecer aquilo. Por sorte, quando cheguei na porta da boate ainda encontrei o Murilo. Que me fez pagar caro pela carona, depois que contei revoltada, o que tinha acontecido:

- Levou um fora da loira? Inacreditável isso!

Ria sem parar, enquanto eu falava todos os palavrões possíveis.



No dia seguinte, meu humor não melhorou em nada. Também, isso de ir numa boate, ficar com alguém e não ir até o fim não era comigo. Ridículo!

Pra dizer a verdade, comigo não tinha essa das mulheres se fazerem de difíceis. Meu poder de convencimento - de convencer e de ser muito convencida - era indestrutível. Se a loira metidinha não sabia o que era bom, azar o dela.

Mas... Passei a tarde inteira pensando na gaúcha linda e pedante, com os olhos mais deslumbrantes que eu já tinha visto. Ela não me saía da cabeça. E o mais estranho era que quanto mais pensava, mais me arrependia... Merda! Não tinha sequer o telefone dela... O nome eu lembrava... Estranho... Diferente... Envolvente... Desmanchava na boca da gente... Farah...

É, combinava com ela realmente. A mesma impressão de singularidade absoluta que aquela mulher emanava.

“Chega, Ana Clara!”

Pensei depois de perder a deixa de mais uma troca de luz durante o espetáculo. Ricardo me olhava assustado, sem entender nada. Ele nunca tinha visto aquilo acontecer. Minha desconcentração atrapalhava. Uma boa trepada. Definitivamente, era o que eu precisava para resolver e... Esquecer?    



Esquecer. Eu achava que era fácil. Normal eu estar com uma coisa na mão e de repente... Minha mão ficar misteriosamente vazia. Tão comum que já não me incomodava mais. Por isso eu sempre trabalhava com uma cartucheira de lona – um cinto com dois bolsos de tamanho razoável - presa na cintura. Ficar com qualquer coisa na mão era um perigo... Sumia...

Retomando meu raciocínio: para alguém tão esquecida, era incrível o que aquela loira tinha feito comigo. Parecia... Feitiço? Será que macumba gaúcha existe?



- Ana, você taí?

Olhei para o Murilo:

- Murilo?

- O quê?

- Antes que eu me esqueça: vai se fuder, bicha!

Ele riu, antes de responder:

- Pelo visto, quem tá precisando é você.

O táxi parou. Puxei a carteira para pagar a minha parte. Saí do carro voltando àquela sensação de frio absurda e irritante.

“Só mais uma semana, Ana Clara. Só mais uma semana pra voltar ao calor maravilhoso do Rio!”

O pensamento me rendeu um sorriso. Pelo menos na minha cidade eu não ia ouvir frescurinhas a respeito da minha forma direta de falar e... Caralho... Já estava pensando da gaúcha-feiticeira novamente... Felizmente, nada que uma boa noite de sexo não resolvesse.



Fumaça, penumbra, um calor incrível... Corpos suados se movendo de forma ensandecida... Quem quer ir para o céu quando o inferno era tão mais divertido? Aquela boate era perfeita. Pra quem como eu, queria arder de todas as formas, jeitos e maneiras...

Com uma latinha de cerveja numa das mãos, segurei o cigarro na boca enquanto tragava, para com a outra mão jogar o cabelo para trás. Os olhos esquadrinhando o perímetro como um periscópio de submarino em combate. Era uma guerra. Eu só precisava do alvo.

Já tinha encontrado três ou quatro opções quando Murilo chamou a minha atenção:

- Não olhe agora, mas... A loira de ontem acabou de chegar...

Engraçado... A informação fez meu coração mudar para um ritmo quase descompassado.

- Onde?

- Perto do balcão.

Virei para o lugar apontado sem disfarçar. Mais forte que eu a minha vontade... De voltar a vislumbrar o azul profundo daquele olhar.

E realmente, ela estava lá. Parada, me olhando, através do vidro que nos separava. Linda e fatal. Depois que a encontraram, meus olhos já não conseguiam mais se livrar.

Ela sorriu. Rindo de mim, ou pra mim, isso não importava. Era a deixa perfeita por que... Já que estava novamente ao alcance das minhas mãos, dessa vez não a deixaria escapar. Não ia embora daquela cidade sem provar tudo que a loira prometia só com o olhar. Muito menos sem fazer meu desejo dela se esgotar.

Voltei a entrar na parte fechada da boate. Caminhei até a loira devagar. Ela ficou parada, sem nenhuma passividade na espera. O olhar azul um campo magnético intenso, centro de todo o movimento. Parei na frente dela, os corpos quase colados me deixando perceber um palpitar muito parecido com o meu.



***



Entrei na boate com Edgar, contrariado, pois ele não queria estar ali... Mas a minha falta de argumento em convencê-lo foram suficientes para ele perceber o quanto eu queria ir.

- Depois daquele encontro com a “Carioca metida”, tu me disse que não ia mais lá.

- Metida é pouco...

- Tá, diz, tô ouvindo...

- Insuportável! Aquele “shshshsh” no meu ouvido! Aqueles “rrrrrrs”!  Aquela pose de... “Como quem eu quero, sou do Rio...” E ainda acabar as frases me chamando de “gata”... É o fim!

- Então... Mais um motivo pra evitar... Coincidências, não acha? - Ele falou em tom de deboche.

- Edgar... Vou te dar mais uma chance de se redimir por ter me apresentado aquela... Aquela...

Ele riu e não me deixou completar, sabia que eu não diria o adjetivo que pensei.

- Farah, hoje à noite eu combinei jogar canastra na casa da Rita e o Moa será meu parceiro, se eu não for ele vai me matar.

- Edgar, jogar canastra? Me poupe!

- Me diz um motivo para ir lá hoje!

- Posso dizer vários... Mas vou te dizer um. O Benedito me convenceu.

- Ah! Claro, entendo... Posso perguntar por quê?

- Por que ele não piscou...

- Quê?

- Estava em dúvida e perguntei a ele... Tu sabe como eu e ele nos comunicamos.

- E...?

- Disse a ele, se for para eu ficar em casa hoje, tu deve piscar duas vezes...

- E...

- Ele não piscou...

Silêncio do outro lado da linha...

Até que ele falou, com resignação:

- Que horas passo na sua casa?



Quando meus olhos a localizaram na parte aberta, do lado de fora, entendi o que meu subconsciente fez o dia todo. Aquela ignorância que me persegue mostrava-me o caminho para mais uma descoberta. Só não sabia se, nesse caso, a ignorância não seria melhor. Ainda não tinha esta resposta... Mas quando a vi, não pensei mais. Precisava descobrir. Meu sorriso foi um chamado. Percebi sua intenção e meu olhar acompanhou desde o momento em que, lentamente, apagou o cigarro... Largou a latinha de cerveja e caminhou em minha direção. Puxei o ar para o caso de precisar de alguma reserva extra, pois cada passo dela... Me fazia imaginar o quanto eu queria que ela me beijasse, o quanto eu queria seus braços, novamente me prendendo, puxando... O quanto eu queria olhar naqueles olhos que faziam sentir-me nua e o quanto eu queria estar... Para ela.

Parou na minha frente, sorrindo, e disse algo como:

- Coincidência...

Quase não ouvi, mas respondi... Também sorrindo:

- É... Coincidência...

Edgar, que estava ao lado, completou zombando:

- Muuuita...

Olhamos as duas para ele... Tossiu e disse:

- Bem, já que... Coincidentemente... Se encontraram, vou dar uma volta.

Meu olhar retornou em busca daquele brilho marrom, dei um passo a frente, ouvi novamente aquele... Aquele sotaque... Horroroso.



***



Sem nenhum pudor, com uma voz rouca, bem cafajeste e sedutora, sussurrei baixinho no ouvido dela:

- Se o problema é o sotaque, gaúcha... O que eu quero com você pode ser feito em silêncio...

Bola dentro, por que... Ela estremeceu. Eu também. Quando a loira deliciosa sussurrou de volta:

- Interessante.

Nossos lábios tão próximos que já quase se roçavam ao dizer:

- O quê?

- Uma carioca que gosta de silêncio...

Por um instante apenas, me deixei perder no olhar que aquele azul emitia:

- Falar pra quê? Quando têm coisas muito melhores que a minha boca sabe fazer...

Inevitável o beijo... Me arrepiei inteira com o toque daqueles lábios, daquela língua... Mergulhei na respiração que me tomava tão faminta quanto a minha. Num turbilhão idêntico de tesão e desejo.

Sem nem questionar o que aquela gaúcha tinha que me deixava daquele jeito... Só conseguia suspirar... Gemer contra os lábios que correspondiam completamente... Passear minhas mãos pelo corpo dela, deixando claro que queria mais, muito mais do que simples beijos...

A loira me apertou com força. Não ofereceu resistência. Pelo contrário, também passou as mãos em mim mostrando que queria o mesmo. De uma forma absolutamente perfeita.

Nada me faria deixar aquela mulher naquele momento. Estava absolutamente seduzida. Ou seria melhor dizer: abduzida?

Ah, ela podia implicar com meu sotaque, ser agressiva, metida a besta, arrogante, que seja... Aquele jeitinho pedante definitivamente fazia parte dos encantos dela - que pelos beijos não pareciam ser inexperientes, muito menos poucos... Só queria deitar aquele arzinho de superioridade delicioso na cama... Mostrar quem realmente mandava e... Uhm... Satisfazer todas as vontades que ela me fazia sentir...



Fui puxada com tanta força que nem tive tempo de pensar direito. Cássia já gritava, completamente bêbada:

- Não acredito que você tá fazendo isso comigo! Se agarrando com essa loira vagabunda, Ana! Eu não admito, tá ouvindo?

A loira me olhou com aquela expressão dela absolutamente irritada, indignada... Mas eu não tinha culpa, só muito azar mesmo...

Cássia prosseguiu, gesticulando em direção à gaúcha de um jeito totalmente descontrolado:

- Ela é minha, tá entendendo?

“Putaqueopariucaralhofoda-se! Eu mereço!”

Foi só o que consegui pensar, enquanto segurava Cássia, impedindo que ela voasse em cima da loira, que continuava impassível. Falei baixinho no ouvido dela, num tom de voz que deixava evidente o tamanho da minha raiva:

- Cássia, para com isso agora! Ou eu juro que nunca mais nem falo com você!

E então, foi muito pior, porque Cássia começou a chorar escandalosamente. Fazendo com quem ainda não estava prestando atenção passasse a nos olhar.

Claro que a situação era horrível. Pra falar a verdade: pior impossível. Ou não?

- Bah!

Depois dessa única e indecifrável palavra, a loira se virou majestosamente e... Se afastou com uma altivez desconcertante.

Cássia se pendurou no meu pescoço, quase me enforcando. Soluçando e dizendo:

- Me leva pro hotel, amor? Tô passando mal...

 “Desgraça pouca é bobagem.” De verdade. Cássia se curvou e deixou os meus sapatos completamente... Vomitados.

Minha vontade de matar foi imensa. Queria esganar, apertar o pescocinho dela... Mas Cássia chorava sem parar e mulher chorando é uma coisa que nunca consegui suportar.

Segurei-a com certo asco - afinal, ela estava toda vomitada - e a fiz sentar numa cadeira, dizendo:

- Vou te levar pro hotel. Mas não vai rolar nada. Ouviu bem?

Ela concordou com a cabeça. Sem me olhar. Completei:

- Me espera aqui.

Procurei a loira com os olhos, sem resultado. Ela tinha desaparecido, como num passe de mágica. Sobrenatural ela, de fato...

Impressão que apenas aumentou quando a vi parecendo flutuar em direção à porta. Corri empurrando as pessoas. Tarde demais... Ela já tinha saído... Tentei ir atrás, mas o segurança me impediu:

- Não pode sair sem quitar a comanda.

Como um aterrorizante conto de fadas que ao badalar da meia-noite se desfaz... Mas minha Cinderela tinha deixado algo: o amigo, que não era tão rápido.

Antes que o baixinho também atravessasse a porta o puxei pela manga do casaco com uma força e determinação inacreditáveis - era a única coisa que me separava de nunca mais encontrá-la:

- Ei, espera! Cara!

Ele me olhou, absolutamente espantado. O segurança voltou a fechar a porta. Ainda pude ver um breve cintilar azul de desprezo pela fresta... E depois... Bem, só me restou implorar:

- Me dá o telefone dela.

Ele coçou a cabeça, hesitou:

- Não sei não... A troco?

“Troco?”.  Eu estava comprando alguma coisa, por um acaso? Minha tecla SAP já estava ligada. Entendi o bastante para retrucar:

- Preciso, no mínimo, me desculpar.

Não sei se por meu desespero ser evidente, se por minha simpatia estar em alta, ou algo mais... Ele me deu o telefone dela. Pra ser mais exata: o número do celular.

Anotei num guardanapo, e guardei com cuidado na carteira, junto com o nome que me incendiava: Farah...



Depois de colocar Cássia na cama, e com muito esforço me livrar dos apelos, súplicas e tentativas de sedução ineficazes - a mulher parecia um polvo, cheia de tentáculos que grudavam - voltei para o meu próprio quarto.

Vazio àquela hora, por que... Ainda era meia noite, os meninos estavam na farra.

Deitei na cama depois de me livrar dos sapatos. Com o número dela numa mão, e o celular na outra. Disquei, estranhando minha ansiedade. Coisa que há muito tempo não sentia, sequer me lembrava.

Disse para mim mesma: “Calma, Ana Clara. Dessa vez vai”. E a voz da loira cantou do outro lado:

- Alô?

Será que ela sabia que era eu? Provável. O prefixo não deixava dúvidas. A não ser que ela não gostasse de cariocas por uma experiência anterior, algum tipo de trauma. Quem sabe?

- Oi, gaúcha.

Alguns segundos de silêncio depois, a resposta:

- Quem fala?

Como ela podia ser tão seca falando, quando... Beijava de um jeito que fazia com que fosse impossível não se querer mais? Mesmo assim, eu não ia deixar barato:

- Você sabe.

Nem ela:

- Vou desligar.

Uau! Que mulher era aquela?

Ela me instigava. Para não dizer outra coisa...

- Conhece tantas cariocas assim, ou tem algum tipo de amnésia?

A loira foi sarcástica:

- Infelizmente não. Mas adoraria ter amnésia seletiva.

E eu, provocante ao extremo:

- Tá insinuando que gostaria de me esquecer?

Depois de uma gargalhada debochada, como sempre, ela tinha a resposta perfeita:

- Para se esquecer alguma coisa, é preciso que ela mereça ser lembrada.

Aproveitei a deixa, absolutamente deliciada:

- Taí uma coisa que eu posso resolver. - E como ela não disse nada, rapidamente completei: - Vamos nos encontrar amanhã? Tô livre até às sete. E depois das nove e meia.

A sorte estava lançada. Agora só dependia do que a gaúcha ia responder...



***



Não acreditei na proposta que a carioca convencida fazia, pensei que no mínimo ela ia pedir desculpas ou algo do gênero, mas já tinha visto que humildade não lhe era peculiar. Mas queria ver até onde ela iria com essa auto confiança toda, pagaria pra ver.

- Onde?

- Sei lá! Você que mora aqui. Você decide. Me surpreenda.

Pensei por alguns momentos e pensei em dizer... “No motel”, mas claro que não disse. Logo me veio à mente um local que seria perfeito e que me deixaria segura e ela indignada. Sorri da idéia que me ocorreu. 

“Vou surpreendê-la sim, “gata”.”

- Bem... Tem um lugar bem legal no Menino Deus, acho que podíamos nos encontrar lá.

- Que isso? Igreja?

- Bah!

Só consegui dizer isso, diante da conclusão que ela conseguiu fazer. Meu bah, naquele momento significava: “Não! Sua ignorante!”, mas ela entendeu que a piadinha tinha sido mal interpretada pelo silêncio que seguiu, ouvi o riso do outro lado da linha... Tentou consertar:

- Onde você quiser, me diz onde é, que estarei lá.

- Não. Te pego. Afinal, pode te perder.

- Adorei essa parte.

Percebi que ela continuava em vantagem, mas não quis cair na rede que ela lançou. Me fiz de desentendida:

- Nove meia, na porta do teatro.

- Estarei lá.

- Boa noite.

- Um beijo.

Silêncio...

Ela não desligou, nem eu. Afastei o celular do ouvido e olhei, alguns segundos, coloquei no ouvido e ela ainda estava lá.

- Não vai desligar?

- Tô esperando você dizer... “Outro”.

Sorri e respondi:

- O mesmo.

E desliguei. Dormi, sorrindo.



***



- “O mesmo.”

Frase simples, que poderia não dizer nada. Em qualquer outro caso. Naquele, que a gaúcha até que não era tão dura na queda, afinal.

Coloquei o celular na mesinha de cabeceira do meu lado. Com um sorriso muito mais do que satisfeito, deliciada, coloquei as mãos atrás da cabeça.

Meu corpo inteiro se arrepiou só de pensar que no dia seguinte...

Se bem que... O que diabos era Menino Deus?

A curiosidade foi tanta, que peguei o telefone e disquei a tecla da recepção. Uma voz polida, absolutamente profissional – e cantada – atendeu do outro lado:

- Pois não?

Apesar de me sentir uma idiota completa, pedi:

- Poderia, por favor, me informar o que é Menino Deus?

A voz respondeu sem hesitar:

- É um bairro.

Um bairro? Informação pouco precisa e que não acrescentava nada. Agradeci, desliguei, e com um suspiro exasperado, voltei a me deitar.

Tudo bem, o tal Menino Deus era um bairro, nada demais. O que eu esperava? Um Motel? Com um nome daqueles? Pouco provável.

Se a gaúcha dos olhos mais lindos e das curvas mais incríveis que eu tinha encontrado...

Meus pensamentos ficaram em suspensão por um momento, enquanto eu lembrava do efeito que os beijos e a pele dela tinham me provocado e desejava mais, muito mais. Aprofundar completamente o contato, ah...

Um novo sorriso se estabeleceu em meus lábios. Enquanto retomei o que pensava: se a gaúcha queria ser enigmática, sem problemas. Mas dessa vez, ela não me escapava...


CONTINUA... 

postado originalmente em 03 de Setembro de 2013 às 18:00




O: Os direitos autorais desta obra foram adquiridos pela Editora Vira Letra, que irá publicá-la em versão digital (ebook), por isso a história não está mais disponível na íntegra. 
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27 comentários:

  1. adorei,cada vez mais curiosa pra saber os próximos capítulos,adoro histórias que começam com conflitos,sempre terminam muito bem e com intensidade,bjs Di e Wind! ass aninha arwen

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  2. Oi Aninha!
    Td bem, linda?
    Pois é... Essas duas cabeças duras... Isso vai ser difícil, né? Uma verdadeira quebra de braço! kkk
    Vamos ver quem cede primeiro...
    bjo muito mais que ultra mega hiper suuuuuuuuuuper imensamente giga!

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    1. Corrigindo: queda de braço!
      Não é pra nenhuma delas quebrar nada não! kkk

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    2. kkkkkkkkk to ansiosa já,adoro seus contos! bjsss enormes - ass aninha arwen

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  3. Adoreei!! Lindo cap... Vcs são d .Bjs lindas

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  4. Você ainda me mata com essa demora :( QUE VONTADE de ler mais. Logo eu, que sempre devorei seus contos de uma vez só.
    Parabéns! Está maravilhoso!Minha história favorita é ''DEZ COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ'' e, sei lá... Essa rivalidade toda das protagonistas me faz lembrar bastante. haha

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    1. Ah, linda...
      Que posso te dizer?
      A espera faz parte, né? kkk
      Que bom, sinal que vc tá gostando!
      Maravilha!
      Mas agora falta pouco pra postagem ser duas vezes por semana, vamos torcer, né? kkk
      Obrigadíssima por acompanhar e comentar!
      bjo ultra super hiper mega blaster!

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  5. Diedra Roiz e Wind Rose o romance(ASSIM FALOU BENEDITO) stá perfeito. Lindo cap.... Adoreei!!! Vcs são d . Bjs lindas

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    1. Oi linda!
      Td bem?
      Que bom que está gostando!
      Obrigada por deixar seu comentário, é MUITO importante pra nós esse retorno, viu?
      bjo imensamente mega super hiper giga!

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  6. Diedra Roiz e Wind Rose o romance (ASSIM FALOU BENEDITO) stá perfeito. Lindo cap.... Adoreei!!! O encontro d Farah e Ana Clara promete ... ms espero q Cássia não dscubra. Bjos lindas. Vcs são d mais!

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    1. Oi linda!
      Td bem?
      Acho que repetiu o comentário, mas... IN DUBIO PRO REO... kkk
      Que bom que está gostando!
      Obrigada por deixar seu comentário, é MUITO importante pra nós esse retorno, viu?
      Digamos que a Cássia não vai desistir assim tão fácil, né? E vamos ver até qdo Ana Clara e Farah vão ficar de teimosia... Quem sabe no próximo capítulo?
      bjo imensamente mega super hiper giga!

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  7. Sensacional...
    Essa briguinha tá perfeita, do tipo ambas saem ganhando né...

    Quero mais... mto mais...

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    1. Guria,
      Como foi que vc me disse uma vez?
      Cariocas são teimosas, gaúchas são determinadas? kkk
      Em todo o caso, nenhuma das duas é fácil, né?
      Quem ganha somos nós, acho...
      Melhoras pra sua mãe, manda mil bjs pra ela, viu?
      bjo muito mais que imensamente especial pras duas!

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  8. Com um sorriso nos lábios foi como me deixou este capitulo. Uma perfeita delícia este "choque" entre estas duas!!!
    Já estou contando as horas para ler sobre o próximo encontro das duas, que será que irá acontecer?!... Coisa boa na certa, vindo de voçês... ;)
    Bjs para as duas.
    Sandra

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    1. Oi Sandra!
      Td bem, linda?
      Vc nos fez ganhar o dia, viu?
      Nos deliciamos escrevendo essa história, esperamos que ler esteja sendo tão bom quanto!
      bjo hiper ultra super mega imensamente gigantesco!

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  9. Nossa este conto está cada vez mais maravilhoso, parabéns meninas!

    Tomara que alcancem as cotas logo e postem mais vezes por semana, rs

    Ansiosa pela continuação... beijos.

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    1. Oi Bruna!
      Td bem, linda?
      Obrigadíssima, viu?
      Ótimo pra nós saber o que quem lê está achando, comente sempre que puder e quiser, pleaaaaaaaaaase!
      Agora falta pouco, só 9 cotas, quem sabe logo logo postaremos 3as e 5as, né?
      Vamos torcer...
      bjo hiper ultra mega imensamente super giga!

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  10. Ai essa Cassia viu, muito estraga prazeres, quase desgracou os prazeres que a Ana iria poder ter rs e ainda por cima vomitou nos sapatos dela... ah esse joguinho delas em, vamos ver se vai durar ate este encontro.

    Diego Aparecido

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    1. Oi Diego!
      Td bem, lindo?
      Ah, pois é...
      Quase não, né? Estragou! kkk
      Pelo menos nessa noite...
      Agora é ver o que vai ser esse próximo encontro...
      bjo ultra mega hiper super imenso!

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  11. Conheci vc's a pouco tempo, primeiro Wind (amei tudo) depois Diedra(amei tudo), e gostaria de saber... vc's já escreveram juntas antes? Sei que essa estória será fantástica... vc's com certeza se completam!! Parabéns!!! Paz e bem no coração sempre!!

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    1. Oi Ana!
      Td bem, linda?
      Ah... É uma longa história... E eu nem gosto de contar, né? kkk
      Então...
      ASSIM FALOU BENEDITO é a primeira história que escrevemos juntas, começamos a escrevê-la em (tá sentada? kkk)agosto de 2008, quando ainda nem nos conhecíamos direito.
      Em 2009 a engavetamos.
      Depois nos conhecemos, namoramos, casamos e etc...
      A Wind ficou o q, uns quatro anos sem escrever?
      Depois de MUITA insistência da minha parte só agora em 2013 finalmente retomamos e finalizamos Ana Clara e Farah.
      Já estamos escrevendo uma segunda história juntas (se chama LUA DE MARIAS) vamos começar a postar assim que terminar o BENEDITO.
      Espero que vc goste de ambas!
      bjo muito mais que imensamente gigantesco!

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    2. Nossa, "falei" tanto que quase esqueci:
      Obrigadíssima, viu?
      Espero que continue nos dizendo o que está achando dos capítulos, é super importante pra nós ter esse retorno!
      bjin!

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  12. Agora, uma BAITA curiosidade: a Farah não se mostrou ser difícil da primeira vez? No ultimo encontro ela parecia tão disposta a ceder... Ainda bem que não aconteceu nada. Ia quebrar a magia hahaha

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    1. Ela foi difícil na primeira vez?
      Ah, nem achei tanto... Bom, ela tentou ser... kkk
      Agora vamos ver, né? Será que rola? E se rolar, será que as duas vão continuar brigando na horizontal tb? kkk
      bjo super ultra imenso!

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  13. Está maravilhoso como todos os outros que eu já li, Parabéns!!!!!!!!!!! Curiosa demais rsrsrs

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    1. Obrigadíssima!
      Esperamos que continue gostando, viu?
      ;)
      bjo ultra super hiper mega giga blaster!

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